O que é um vídeo de entrevista de rua estilo anos 90?
É aquele formato curto que revistas de moda e programas de comportamento gravavam na calçada. Alguém é parado no meio do caminho, responde sobre a roupa que está usando e fala direto para uma câmera de mão. Quem cresceu vendo a MTV dos anos 90 reconhece o clima em dois segundos.
O visual pesa tanto quanto a pergunta. Granulação de camcorder, brilhos estourados, uma rua de verdade atrás do entrevistado, buzina e vozes ao fundo, e um enquadramento que acompanha a pessoa em vez de ficar parado.
O formato voltou nos Reels e no TikTok porque parece material de arquivo, não anúncio. O workflow "90s streetstyle interview" do Morphic monta um clipe desses a partir de uma única selfie. Ele trava o seu rosto, coloca você em uma rua com cara de época e devolve 15 segundos de entrevista já com a colorização retrô, o comportamento de câmera e a fala no lugar.
Duas selfies, duas entrevistas
Duas execuções do mesmo workflow. Da foto, só o rosto atravessa: a rua, a roupa, a década e o idioma da resposta são construídos pelo próprio workflow, guiados pelos passos de etnia e de idioma, e não pelo lugar onde a selfie foi tirada.

Resultado: a mesma mulher entrevistada em uma rua comercial coreana dos anos 90, com microfone em quadro

Resultado: a mesma mulher entrevistada em uma rua de comércio japonesa dos anos 90, com microfone em quadro
Mesmo rosto, outra década, e uma rua que combina com o mercado que você definiu.
1.
Envie a selfie que vai travar o rosto
Abra o workflow "90s streetstyle interview". O primeiro passo pede a selfie que serve de base para o clipe. Envie uma foto do seu celular ou escolha uma imagem que já está nos seus assets, em "Select from Assets".
Essa é a trava de identidade. É ela que decide o quanto a pessoa do clipe se parece com você. Use uma foto de frente, com o rosto nítido, luz equilibrada e ocupando boa parte do quadro. Óculos escuros, filtro pesado, sombra forte de um lado do rosto e foto em grupo enfraquecem a trava.

2.
Descreva a etnia que deve ser mantida
Digite a etnia ou a origem cultural da pessoa que aparece na selfie, como "afro-brasileiro" ou "asiático do Leste (coreano)". Este passo é obrigatório.
Não é um controle de estilo, e sim de fidelidade. O rosto é reconstruído em outra cena, com outra luz e outra lente. Esse campo segura traços, tom de pele e cabelo durante essa reconstrução, em vez de deixar tudo escorregar para uma média genérica. Ele também orienta a rua onde a pessoa aparece, então a multidão e as placas ficam plausíveis para aquela entrevista.

3.
Defina o idioma da entrevista
Digite o idioma que a pessoa fala na câmera, como "português brasileiro", "inglês" ou "coreano". Este passo é obrigatório.
O clipe é uma entrevista falada, então esse campo define o que é dito e também o movimento da boca. Escolha o idioma em que o seu público rola o feed. Uma resposta em português, numa rua de São Paulo, passa como matéria de verdade para quem está no feed brasileiro. O mesmo clipe em inglês vira repostagem legendada. Vai publicar em mais de um mercado? Rode o workflow de novo com outro idioma e a mesma selfie, para a pessoa continuar sendo a mesma nos dois cortes.

4.
Escolha a proporção e envie
Escolha como o clipe vai ser enquadrado e toque em Submit. O 9:16 já vem marcado, porque é onde esse formato vive.
| Proporção | O que você recebe | Ideal para |
|---|---|---|
| 9:16 | Vertical de altura total, com rosto e roupa no mesmo quadro | Reels, TikTok, Shorts, Stories e Kwai |
| 16:9 | Enquadramento horizontal, com a rua aberta atrás da pessoa | YouTube, clima de matéria de TV e embeds no site |
| 1:1 | Corte quadrado que mantém a pessoa centralizada | Posts de feed e grades que cortam vídeo vertical |
Para publicar em vários formatos, rode o workflow uma vez por proporção em vez de cortar depois. Cortar um vertical para 16:9 tira a roupa do quadro, e a roupa é o assunto do vídeo.

Perguntas frequentes
Uma foto de frente, com luz equilibrada e o rosto nítido e desobstruído. Uma selfie comum de celular dá conta. Evite óculos escuros, filtro pesado, contraluz forte e foto em grupo, já que o rosto é a âncora de todo o clipe.
Para a pessoa continuar reconhecível. O clipe redesenha o rosto sob outra luz e outra lente, e sem essa pista os traços e o tom de pele escorregam para uma média genérica. Nomear a etnia segura a semelhança e ainda deixa plausível a rua onde a entrevista acontece.
Pode. Digite o idioma no passo de idioma da entrevista, e a fala e o movimento da boca acompanham. Passar a mesma selfie duas vezes, em idiomas diferentes, entrega dois cortes da mesma pessoa para dois mercados.
Cerca de 15 segundos. Dá tempo para uma pergunta e uma resposta inteira, e é curto o bastante para segurar o scroll. Essa duração também cabe em Reels, TikTok e Shorts sem precisar cortar.
9:16 para Reels, TikTok, Shorts e Stories, que é onde a entrevista de rua rende. 16:9 para YouTube ou clima de matéria de TV, e 1:1 para posts de feed. Rode o workflow uma vez por proporção, em vez de cortar o resultado.
